[Resenha] As coisas que perdemos no fogo

as coisas que perdemos no fogoSinopse:

Macabro, perturbador e emocionante, As coisas que perdemos no fogo reúne contos que usam o medo e o terror para explorar várias dimensões da vida contemporânea. Em um primeiro olhar, as doze narrativas do livro parecem surreais. No entanto, depois de poucas frases, elas se mostram estranhamente familiares: é o cotidiano transformado em pesadelo. (…)

Uma das escritoras mais corajosas e surpreendentes do século XXI, Mariana Enriquez dá voz à geração nascida durante a ditadura militar na Argentina. Neste livro, ela cria um universo povoado por pessoas comuns e seres socialmente invisíveis, cujas existências sucumbem ao peso da culpa, da compaixão, da crueldade e da simples convivência. O resultado é uma obra ao mesmo tempo estranha e familiar, que questiona de forma penetrante e indelével o mundo em que vivemos.

Fonte: Intrínseca

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[Resenha] Santuário

cover-santuarioSinopse:

Junho trouxe a seca e fez o nível do rio escuro baixar. Pedra erodida ressurgiu das águas, as ruínas de uma antiga vila inundada atraíram Ian Beck até Quinze de Novembro. O professor universitário determinou sua própria obsessão e, na vã tentativa de fugir dos seus erros, esbarra em traços obscuros de um passado agora emerso.

No cerne da humanidade, a era da fé no divino e no profano se acabou. Isso não significa, contudo, que crenças nascidas outrora também tenham se evanescido. Parece haver algo cíclico pairando sobre a cidade. Linhas soturnas entre a morte de um estudante e um estranho círculo de pedras. Reminiscências sombrias do puro éter.

Fonte: Andriosantos.wix.com

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