[Resenha] Todos os pássaros no céu

Sinopse:

Desde pequenos, Patrícia e Laurence tinham formas diferentes – e às vezes opostas – de enxergar o mundo. Patrícia podia falar com animais e se transformar em pássaros. Laurence construía supercomputadores e máquinas do tempo de dois segundos. Enquanto tentavam sobreviver ao pesadelo interminável da escola, seu isolamento se transformou em uma amizade cautelosa. Até que circunstâncias misteriosas os separam para sempre. Ou assim eles pensavam.

Dez anos depois, ambos se reencontram em São Francisco. O mundo está prestes a implodir. Patrícia é formada em uma secreta escola de magia, e Laurence é um cientista tentando salvar a humanidade. A medida que os dois se reconectam, se veem levados a lados opostos em uma guerra entre ciência e magia. E o destino do mundo depende dos dois. Provavelmente.

Fonte: Morro Branco

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[Resenha] A ilha do tesouro

Sinopse: Aventuras em alto-mar, traição, lutas de espadas e uma caça ao tesouro eram coisas que não passavam de imaginação para o jovem Jim Hawkins, que vivia entediado na pacata hospedaria de seus pais.

Quando um sombrio capitão se hospeda na Almirante Benbow, isso começa a mudar: ele canta canções de marujos, parece paranoico sobre um marinheiro ameaçador e faz com que a estalagem seja tomada pela pior corja de bucaneiros que o garoto já viu.

É então que o rastro de um tesouro real cai nas mãos de Jim, e resta ao garoto se juntar a uma tripulação de nobres cavaleiros e partir para a Ilha do Tesouro, em uma corrida contra os piratas.

Publicada em 1883, esta obra-prima de Robert Louis Stevenson é uma das mais empolgantes aventuras marítimas já escrita, e deu origem a grande parte do imaginário de piratas que até hoje habita nossas mentes e a cultura pop.

Esta nova edição traz tradução inédita, notas e posfácio de Samir Machado de Machado e ilustrações de Paula Puiupo, além de textos complementares do escritor Jim Anotsu e da pesquisadora Marina Bedran, especialista na obra de Stevenson.

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[Especial] A edição de texto de um livro

Já se perguntou quantos profissionais leem um livro antes que ele seja publicado?

Além das pessoas responsáveis pela edição e/ou coordenação editorial, o texto de um livro é lido e alterado por preparadores e revisores (além de passar, é claro, pela tradução, no caso de obras escritas originalmente em outras línguas).

Cada etapa é feita por um profissional diferente (não se faz duas leituras com o mesmo revisor, por exemplo), e o coordenador editorial é quem contrata esses profissionais. Também é responsável por decidir o fluxo da edição do texto — cada livro tem suas particularidades e demanda um processo diferente.

Se você consultar a página de créditos de um livro, vai encontrar uma lista de alguns dos profissionais que trabalharam nas etapas de texto. Mas o que é feito em cada uma delas?

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[Resenha] Eu morreria por ti e outras histórias

Trecho:

“Todos os colunistas e comunistas (sempre me confundo com essas duas palavras) me maltratam porque dizem que quero dinheiro. E quero, desesperadamente. […] Prefiro publicar um livro que tenha venda garantida de quinhentos mil exemplares a descobrir Samuel Butler, Theodore Drieser e James Branch Cabell em um ano. Você também preferiria, se fosse editor.”

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[Especial] Os livros em que mais gostamos de trabalhar

Depois de muitos anos trabalhando no mercado editorial, a gente perde a conta de quantos livros já passaram pelas nossas mãos, entre traduções, coordenações, preparações e revisões. Claro que nem sempre trabalhamos com livros de que gostamos, mas quando acontece, é incrível. Para celebrar essas oportunidades, contamos aqui quais foram os livros em que mais gostamos de trabalhar.

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[Resenha] A elegância do ouriço

Sinopse:

Publicado em 2006, A elegância do ouriço logo se transformou numa das melhores surpresas da literatura contemporânea, com mais de 850 mil exemplares vendidos na França. A receita de Muriel Barbery pode parecer esquisita: reunir, num prédio sisudo de um bairro elegante de Paris, uma zeladora de meia-idade, culta e desconfiada, uma adolescente calada e pensativa, um senhor japonês misterioso e sorridente; acrescentar um cocker lúbrico, um crítico de gastronomia à beira da morte e uma faxineira portuguesa que nasceu para rainha. Mas o resultado é o mais delicioso dos romances filosóficos. Repleto de humor e birra, de crise adolescente e melancolia madura, A elegância do ouriço conduz seus personagens e seus leitores às questões que nenhuma vida vivida a fundo deveria evitar: o tempo e a eternidade, a justiça e a beleza, a arte e o amor.

Fonte: Companhia das Letras

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[Especial] 7 anos de Sem Serifa – Trajetórias profissionais

Chegou de novo o dia mega especial que é o aniversário do Sem Serifa. Muita coisa mudou desde aquele outro verão, em dezembro de 2013, em que Isa e Bárbara decidiram começar este blog, e pensamos que este aniversário seria uma boa época para começar a tratar de um tema que desde o início falávamos em trazer para o blog: o nosso trabalho no mercado de livros. Se você curte saber mais sobre os bastidores da produção editorial, a partir de hoje vai poder acompanhar, aqui no blog e na nossa página do Instagram, curiosidades sobre o assunto e dicas para quem também trabalha ou gostaria de trabalhar com livros. 

Para começar essa conversa, gostaríamos de compartilhar um pouco da história profissional de cada uma de nós – inclusive foi trabalhando juntas que nos tornamos mais próximas.

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[Resenha] A lógica inexplicável da minha vida

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Sinopse:

Salvador levava uma vida tranquila e descomplicada ao lado de seu pai adotivo gay e de Sam, sua melhor amiga. Porém, o último ano do ensino médio vem acompanhado de mudanças sobre as quais o garoto não tem nenhum controle, como ímpetos de raiva que ele não costumava sentir. Além disso, Salvador tem que lidar com a iminente morte da avó, com uma tragédia repentina que acontece na vida de Sam e com o fato de seu pai estar se reaproximando de um ex-namorado. Em meio a esse turbilhão de sentimentos, que vão do luto ao amor e da amizade à solidão, Sal passa a questionar sua própria origem e identidade, e tenta encontrar alguma lógica para a sua vida – uma tarefa que parece quase impossível.

Fonte: Seguinte

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[Resenha] O grande Gatsby

Sinopse:

Anfitrião das festas mais luxuosas de Nova York, Jay Gatsby é um jovem milionário que encarna o sonho americano dos anos 20. Admirado por todos e conhecido por ninguém, pouco se sabe sobre a origem da fortuna que fez com as próprias mãos.

É através dos olhos de Nick Carraway, seu vizinho e confidente, que nos aproximamos desse misterioso self-made man, e enxergamos o rastro de poeira imunda deixado pelo glamour e materialismo desenfreados.

Fonte: Antofágica

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[Resenha] Olhos d’água

Sinopse:

Em Olhos d’água Conceição Evaristo ajusta o foco de seu interesse na população afro-brasileira abordando, sem meias palavras, a pobreza e a violência urbana que a acometem. Sem sentimentalismos, mas sempre incorporando a tessitura poética à ficção, seus contos apresentam uma significativa galeria de mulheres: Ana Davenga, a mendiga Duzu-Querença, Natalina, Luamanda, Cida, a menina Zaíta. Ou serão todas a mesma mulher, captada e recriada no caleidoscópio da literatura em variados instantâneos da vida?

Elas diferem em idade e em conjunturas de experiências, mas compartilham da mesma vida de ferro, equilibrando-se na “frágil vara” que, lemos no conto “O Cooper de Cida”, é a “corda bamba do tempo”. Em Olhos d’água estão presentes mães, muitas mães. E também filhas, avós, amantes, homens e mulheres – todos evocados em seus vínculos e dilemas sociais, sexuais, existenciais, numa pluralidade e vulnerabilidade que constituem a humana condição. Sem quaisquer idealizações, são aqui recriadas com firmeza e talento as duras condições enfrentadas pela comunidade afro-brasileira.

Fonte: Pallas

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