[Resenha] Fluam, minhas lágrimas, disse o policial

Sinopse:

No romance Fluam, minhas lágrimas, disse o policial, Dick explora os limites entre percepção e realidade, criando uma impressionante distopia na qual Jason Taverner, um dos apresentadores mais populares da TV, um dia acorda sozinho num quarto de hotel e percebe que tudo mudou; que se tornara um ilustre desconhecido. E pior. Descobre que não há qualquer registro legal de sua existência.

Dividido agora entre duas realidades, ele vê-se obrigado a recorrer ao submundo da ilegalidade enquanto tenta reaver seu passado e entender o que de fato aconteceu, dando início a uma estranha busca pela própria identidade.

Fonte: Editora Aleph

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[Resenha] Os despossuídos

capa nova Despossuídos

capa nova Despossuídos

Ganhador do prêmio Nebula, em 1974, além do Hugo e do Locus em 1975, Os despossuídos lida com temas fundamentais a sua época, como embate entre o capitalismo, o comunismo russo e o anarquismo. O romance se passa em dois planetas-gêmeos, Uras e Anarres, com sistemas políticos opostos e prestes a entrar em conflito, numa alusão à Guerra Fria.

Fonte: Editora Aleph

 

 

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[Especial] 6 anos de Sem Serifa, ou: por que corres, leitor?

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De quando a gente fez umas fotos para o blog, lá pelo segundo ano

O Sem Serifa completou mais um ano de existência, e foi um ano atípico. Em meio à correria de dezembro, nós sequer fizemos o tradicional bolo de aniversário do blog (eu sei, vocês estão arrasados por isso). Mas a verdade é que isso não aconteceu apenas pelas atribulações de fim de ano – nós temos mesmo dedicado menos tempo e energia ao blog. Cada uma de nós teve seus motivos para isso, e no meu caso foi um misto entre a recuperação de um burnout e o processo de ressignificação da minha produtividade. E é neste ponto que o caro leitor percebe que está sendo desviado para um post sobre slow reading.

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[Especial] Goodreads Choice Awards – dicas de edições brasileiras

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O mais prestigioso prêmio literário de voto popular já começou! O Goodreads Choice Awards está na 11ª edição e é concedido a livros de 20 categorias, escolhidos via votação dos usuários da plataforma – um júri de cerca de 90 milhões de pessoas!

O prêmio ajuda a sentir a percepção de uma comunidade de leitores sobre os livros publicados naquele ano e pode servir como radar para editoras que publicam obras estrangeiras por aqui.

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[Resenha] O ano em que disse sim

Sinopse:

Um livro motivador da aclamada e premiada criadora e produtora executiva dos sucessos televisivos Grey’s Anatomy, Private Practice e Scandal, e produtora executiva de How to Get Away with Murder. Você nunca diz sim para nada. Foram essas seis palavras, ditas pela irmã de Shonda durante uma ceia de Ação de Graças, que levaram a autora a repensar a maneira como estava levando sua vida. Apesar da timidez e introversão, Shonda decidiu encarar o desafio de passar um ano dizendo “sim” para as oportunidades que surgiam. Os “sins” iam desde cuidar melhor de sua saúde até aceitar convites para participar de talk shows e discursos em público. Além disso, Shonda deu um difícil passo: dizer sim ao amor próprio e ao seu empoderamento. Em O ano em que disse sim, Shonda Rhimes relata, com muito bom humor, os detalhes sobre sua vida pessoal, profissional e como mergulhar de cabeça no “Ano do Sim” transformou ambas e oferece ao leitor a motivação necessária para fazer o mesmo em sua vida.

Fonte: BestSeller

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[Resenha] Changeling: sombras de Nova York

changelingSinopse:

Foi na literatura que Apollo Kagwa encontrou refúgio depois de seu pai abandoná-lo e é do amor aos livros que ele faz sua renda, com um negócio chamado Improbabilia. Ele está se adaptando à nova rotina depois de ter um filho com Emma, sua esposa bibliotecária, quando algo nela muda. A falta de energia e de interesse da mãe pela criança poderiam ser sintomas de uma depressão pós-parto – mas quando Emma toma uma atitude drástica, fica claro que o problema é mais grave que isso. Agora, em busca de sua família, Apollo vai descobrir o que se esconde nas sombras de Nova York. Nesta jornada sombria, ele encontrará lugares há muito perdidos e aprenderá a temer mais as nuances das pessoas que ama do que as lendas que se concretizam diante de seus olhos.

Fonte: Morro Branco

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[Resenha] Serpentário

serpentarioSinopse:

Na Ilha das Cobras, eles viram o inimaginável. Todos precisaram deixar algo para trás. As pernas de Hélio. O coração de Mariana. A mente de Caroline. A vida de Paulo. Mas o veneno ainda corre em suas veias. E, mais uma vez, a ilha chama por eles.

Fonte: Intrínseca

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[Resenha] Everless: prisioneiros do tempo e do sangue

everlessSinopse:

No reino de Sempera, os ricos controlam tudo – até o tempo. Desde a era da alquimia e da magia, horas, dias e anos são extraídos do sangue e vinculados a moedas de ferro. Agora, aristocratas como a família Gerling prosperam por séculos, enquanto os pobres sangram até morrer.

Fonte: Morro Branco

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[Resenha] Maria Bonita: sexo, violência e mulheres no cangaço

mariabonitaSinopse:

Nos anos 1920, mulher decente não largava o marido, quanto mais para fugir com cangaceiro. Mas Maria Bonita não seguiu as regras. Abandonou o casamento para se juntar ao bando de Lampião, passou fome, sede e foi constantemente perseguida pela polícia. Sua história desfaz a ideia de que, no cangaço, homens e mulheres tinham direitos iguais. Abusadas sexualmente, desrespeitadas em seus direitos mais fundamentais, dentro ou fora do bando as mulheres viviam subjugadas aos desejos dos homens.

Fonte: Objetiva

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[Resenha] Bartleby, o escrivão: uma história de Wall Street

bartlebySinopse:

“– Você poderia me contar qualquer coisa a seu respeito?’
– Acho melhor não.”
Repetida mais de 20 vezes, a frase “Acho melhor não” é uma espécie de leitmotiv, ou fio condutor, da obra-prima de Melville. A história é contada pelo sócio de um escritório de advocacia de Nova York, que se esforça para desvendar a misteriosa e impenetrável personalidade de Bartleby, um escrivão que se recusa resolutamente a realizar qualquer tarefa, sem apresentar nenhuma justificativa para tal. O fascínio pela postura do funcionário impede o advogado de tomar medidas enérgicas e, quando finalmente decide fazê-lo, é confrontado com a mesma negativa inabalável. Por que Bartebly age como age? Por que sua austera recusa tem tamanha força? Somos, nós, incapazes de lidar com aquilo que não oferece explicações? A cada resposta evasiva de Bartleby abre-se a fresta para a entrada do insólito no cotidiano do escritório de advocacia e até da vizinhança de Wall Street.

Fonte: Ubu

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