[Resenha] A elegância do ouriço

Sinopse:

Publicado em 2006, A elegância do ouriço logo se transformou numa das melhores surpresas da literatura contemporânea, com mais de 850 mil exemplares vendidos na França. A receita de Muriel Barbery pode parecer esquisita: reunir, num prédio sisudo de um bairro elegante de Paris, uma zeladora de meia-idade, culta e desconfiada, uma adolescente calada e pensativa, um senhor japonês misterioso e sorridente; acrescentar um cocker lúbrico, um crítico de gastronomia à beira da morte e uma faxineira portuguesa que nasceu para rainha. Mas o resultado é o mais delicioso dos romances filosóficos. Repleto de humor e birra, de crise adolescente e melancolia madura, A elegância do ouriço conduz seus personagens e seus leitores às questões que nenhuma vida vivida a fundo deveria evitar: o tempo e a eternidade, a justiça e a beleza, a arte e o amor.

Fonte: Companhia das Letras

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[Especial] 7 anos de Sem Serifa – Trajetórias profissionais

Chegou de novo o dia mega especial que é o aniversário do Sem Serifa. Muita coisa mudou desde aquele outro verão, em dezembro de 2013, em que Isa e Bárbara decidiram começar este blog, e pensamos que este aniversário seria uma boa época para começar a tratar de um tema que desde o início falávamos em trazer para o blog: o nosso trabalho no mercado de livros. Se você curte saber mais sobre os bastidores da produção editorial, a partir de hoje vai poder acompanhar, aqui no blog e na nossa página do Instagram, curiosidades sobre o assunto e dicas para quem também trabalha ou gostaria de trabalhar com livros. 

Para começar essa conversa, gostaríamos de compartilhar um pouco da história profissional de cada uma de nós – inclusive foi trabalhando juntas que nos tornamos mais próximas.

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[Resenha] A lógica inexplicável da minha vida

logica-inexplicavel

Sinopse:

Salvador levava uma vida tranquila e descomplicada ao lado de seu pai adotivo gay e de Sam, sua melhor amiga. Porém, o último ano do ensino médio vem acompanhado de mudanças sobre as quais o garoto não tem nenhum controle, como ímpetos de raiva que ele não costumava sentir. Além disso, Salvador tem que lidar com a iminente morte da avó, com uma tragédia repentina que acontece na vida de Sam e com o fato de seu pai estar se reaproximando de um ex-namorado. Em meio a esse turbilhão de sentimentos, que vão do luto ao amor e da amizade à solidão, Sal passa a questionar sua própria origem e identidade, e tenta encontrar alguma lógica para a sua vida – uma tarefa que parece quase impossível.

Fonte: Seguinte

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[Resenha] O grande Gatsby

Sinopse:

Anfitrião das festas mais luxuosas de Nova York, Jay Gatsby é um jovem milionário que encarna o sonho americano dos anos 20. Admirado por todos e conhecido por ninguém, pouco se sabe sobre a origem da fortuna que fez com as próprias mãos.

É através dos olhos de Nick Carraway, seu vizinho e confidente, que nos aproximamos desse misterioso self-made man, e enxergamos o rastro de poeira imunda deixado pelo glamour e materialismo desenfreados.

Fonte: Antofágica

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[Resenha] Olhos d’água

Sinopse:

Em Olhos d’água Conceição Evaristo ajusta o foco de seu interesse na população afro-brasileira abordando, sem meias palavras, a pobreza e a violência urbana que a acometem. Sem sentimentalismos, mas sempre incorporando a tessitura poética à ficção, seus contos apresentam uma significativa galeria de mulheres: Ana Davenga, a mendiga Duzu-Querença, Natalina, Luamanda, Cida, a menina Zaíta. Ou serão todas a mesma mulher, captada e recriada no caleidoscópio da literatura em variados instantâneos da vida?

Elas diferem em idade e em conjunturas de experiências, mas compartilham da mesma vida de ferro, equilibrando-se na “frágil vara” que, lemos no conto “O Cooper de Cida”, é a “corda bamba do tempo”. Em Olhos d’água estão presentes mães, muitas mães. E também filhas, avós, amantes, homens e mulheres – todos evocados em seus vínculos e dilemas sociais, sexuais, existenciais, numa pluralidade e vulnerabilidade que constituem a humana condição. Sem quaisquer idealizações, são aqui recriadas com firmeza e talento as duras condições enfrentadas pela comunidade afro-brasileira.

Fonte: Pallas

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[Resenha] Kings of the Wyld

kingswyldSinopse: Os chamados Kings of the Wyld costumavam ser o maior bando mercenário do mundo, mas, agora que o mundo dos bandos mudou, seu nome passa totalmente batido. A glória dos bandos já não é forjada por vidas em perigo – na era moderna dos mercenários, ela é obtida em combates estruturados em arenas.

Fonte: Amazon, traduzida pela equipe.

 

 

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[Especial] Future Con – 17-20 setembro 2020

 

Futurecon

Acabo de sair da cálida conferência de impresa (chique!) da FutureCon: uma convenção de ficção científica que se propõe a trazer discussões verdadeiramente globais e com perspectivas diversas sobre literatura e mercado editorial.

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[Resenha] No seu pescoço

Capa do livro No seu pescoçoSinopse:

Publicado em inglês em 2009, No seu pescoço contém todos os elementos que fazem de Adichie uma das principais escritoras contemporâneas. Nos doze contos que compõem o volume, encontramos a sensibilidade da autora voltada para a temática da imigração, da desigualdade racial, dos conflitos religiosos e das relações familiares.

Combinando técnicas da narrativa convencional com experimentalismo, como no conto que dá nome ao livro – escrito em segunda pessoa –, Adichie parte da perspectiva do indivíduo para atingir o universal que há em cada um de nós e, com isso, proporciona a seus leitores a experiência da empatia, bem escassa em nossos tempos.

Fonte: Companhia das Letras

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[Resenha] Eu sou Malala

malalaSinopse:

Quem é Malala? O mundo a conheceu em outubro de 2012, quando foi baleada por extremistas do Talibã por insistir no direito das mulheres à educação. Mas Malala não é apenas um símbolo de luta por uma causa nobre. É uma personalidade excepcional, criada num ambiente rodeado por adversidades impensáveis ao leitor de países habituados à democracia. Eu sou Malala conta a história de uma menina que, aos dezesseis anos, foi convidada a dirigir-se ao mundo em um discurso na sede das Nações Unidas, em Nova York. Apesar de seus poucos anos de vida, sua trajetória condensa os impasses de uma família exilada pelo terrorismo global e os obstáculos à valorização da mulher no mundo muçulmano.

Fonte: Companhia das Letras

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[Resenha] Os sete maridos de Evelyn Hugo

Capa do livro Os sete maridos de Evelyn Hugo: uma foto, editada para ficar toda em verde, de uma mulher com vestido de festa com as mãos no quadril e na cintura. A imagem não mostra o rosto da boca para cima e o título do livro e nome da autora estão aplicados por cima em rosa

Sinopse:

Lendária estrela de Hollywood, Evelyn Hugo sempre esteve sob os holofotes ― seja estrelando uma produção vencedora do Oscar, protagonizando algum escândalo ou aparecendo com um novo marido… pela sétima vez. Agora, prestes a completar oitenta anos e reclusa em seu apartamento no Upper East Side, a famigerada atriz decide contar a própria história ― ou sua “verdadeira história” ―, mas com uma condição: que Monique Grant, jornalista iniciante e até então desconhecida, seja a entrevistadora. Ao embarcar nessa misteriosa empreitada, a jovem repórter começa a se dar conta de que nada é por acaso ― e que suas trajetórias podem estar profunda e irreversivelmente conectadas.

Fonte: Companhia das Letras

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