[Resenha] No campo da honra e outros contos

capacampoSinopse:

Autor da prosa mais intensa e original da Rússia pós-revolucionária, Isaac Bábel tornou-se conhecido mundialmente a partir da publicação dos contos de O exército de cavalaria, em 1926. Figura enigmática, seu enorme prestígio junto às autoridades do regime soviético não o pôs a salvo da perseguição stalinista. O volume No campo da honra e outros contos traz narrativas de todas as fases de sua carreira: desde o primeiro conto publicado, em 1913, até o último, intitulado “O julgamento”, de 1938.

Fonte: Editora 34

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[Resenha] Os portais de Anúbis

Esta resenha foi feita com base no e-book em inglês da Orion.

anubisSinopse:

Este romance clássico de viagem no tempo conquistou o mundo da fantasia 30 anos atrás. Só a imaginação deslumbrante de Tim Powers poderia ter reunido um elenco tão insano de personagens: um antigo mago egípcio, um milionário moderno, um lobisomem que troca de corpo, um palhaço horrivelmente deformado, uma jovem mulher disfarçada de garoto, um lorde Byron que sofreu lavagem cerebral e, finalmente, nosso herói, o professor Brendan Doyle.

Fonte: Livraria Cultura

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[Resenha] Minha vida

minhavidaSinopse:

Em 1896, quando já gozava de grande fama como contista e consolidava seu nome como dramaturgo, Tchekhov publica Minha vida, uma de suas primeiras obras ficcionais mais longas. Nessa novela é narrada a história de Missail Póloznev, um jovem que não consegue corresponder às expectativas que pesam sobre seus ombros, fracassando sucessivamente em diversos empregos burocráticos. Ao assumir a modesta ocupação de pintor de paredes, ele rompe com as tradições familiares e com a hierarquia social, personificadas na figura de seu pai.

Fonte: Editora 34

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[Resenha] Lady Macbeth do distrito de Mtzensk

ladySinopse: 

Em Lady Macbeth do distrito de Mtzensk, o leitor acompanha a transformação de Catierina Lvovna, a jovem e entediada esposa de um velho comerciante, em uma assassina. Ela é uma heroína fria e calculista, que pode ser vista também como um símbolo da libertação feminina em relação à opressão patriarcal, mas que em nenhum momento se arrepende das atrocidades cometidas.

Fonte: Livraria Cultura

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