[Especial] Dia do orgulho LGBT+

LGBTFLAG

Aqui no Sem Serifa, sempre tentamos conscientizar os leitores sobre a importância da diversidade na literatura. Os leitores hétero e cis-gênero, justamente por serem amplamente representado em todas as mídias, muitas vezes não têm noção do vazio deixado pela falta de representatividade. Mas os leitores LGBT percebem essa lacuna, e acreditamos que é preciso combatê-la e parar de tratar personagens hétero como regra e todos os outros como exceção.

O maravilhoso Chuck Wendig resume bem a questão nesta série de tuítes que estamos discretamente tentando tornar virais:

E como este blog também tem incríveis leitores que fazem parte desse público, para comemorar o dia mundial do orgulho LGBT+, pedimos a alguns deles que nos enviassem seus depoimentos sobre o assunto.

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[Resenha] A conjuring of light

Esta resenha foi feita com base no e-book da Titan Books e contém spoilers dos dois primeiros livros da série. A tradução de trechos foi feita por mim.

conjuringcapaSinopse:

O equilíbrio precário entre as quatro Londres atingiu seu ponto de ruptura. Antigamente transbordando com a vivacidade da magia, a escuridão projeta uma sombra sobre o Império Maresh, deixando um espaço para outra Londres se erguer. Kell começa a quebrar sob a pressão de lealdades divergentes. Lila Bard sobreviveu e prosperou através de uma série de desafios mágicos, mas agora deve aprender a controlar a magia antes que ela a destrua.

Fonte: Livraria Cultura

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[Resenha] Solaris

solarisssSinopse:

Quando o psicólogo Kris Kelvin chega em Solaris para estudar o oceano vivo – e possivelmente inteligente – que cobre a superfície do planeta, ele encontra colegas de trabalho hostis e amedrontados. Logo Kelvin descobre que esses respeitados cientistas estão sendo perturbados por estranhas aparições, que também começam a afetar sua própria percepção. O que ele vê são suas memórias mais obscuras e reprimidas, materializadas por obra de alguma misteriosa força atuante no planeta.

Fonte: Aleph

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[Resenha] Mitologia nórdica

mitologiaSinopse:

Quem, além de Neil Gaiman, poderia se tornar cúmplice dos deuses e usar de sua habilidade com as palavras para recontar as histórias dos mitos nórdicos? Fãs e leitores sabem que a mitologia nórdica sempre teve grande influência na obra do autor. Depois de servirem de inspiração para clássicos como Deuses americanos e Sandman, Gaiman agora investiga o universo dos mitos nórdicos. Em Mitologia nórdica, ele vai até a fonte dos mitos para criar sua própria versão, com o inconfundível estilo sagaz e inteligente que permeia toda a sua obra.

Fonte: Intrínseca

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[Resenha] Jardins da lua

jardinscapaSinopse:

Desde pequeno, Ganoes Paran decidiu trocar os privilégios da nobreza malazana por uma vida a serviço do exército imperial. O que o jovem capitão não sabia, porém, era que seu destino acabaria entrelaçado aos desígnios dos deuses, e que ele seria praticamente arremessado ao centro de um dos maiores conflitos que o Império Malazano já tinha visto.

Paran é enviado a Darujhistan, a última entre as Cidades Livres de Genabackis, onde deve assumir o comando dos Queimadores de Pontes, um lendário esquadrão de elite. O local ainda resiste à ocupação malazana e é a joia cobiçada pela imperatriz Laseen, que não está disposta a estancar o derramamento de sangue enquanto não conquistá-lo.

Porém, em pouco tempo fica claro que essa não será uma campanha militar comum: na Cidade do Fogo Azul não está em jogo apenas o futuro do Império Malazano, mas estão envolvidos também deuses ancestrais, criaturas das sombras e uma magia de poder inimaginável.

Fonte: Editora Arqueiro

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[Com Opinião] Sanderson vs Rothfuss

Bolacha ou biscoito? Toddy ou Nescau? Sanderson ou Rothfuss?

As grandes batalhas da nossa era.

Os rapazes do Grumpycast fizeram um programa para enaltecer Brandon Sanderson e aproveitaram pra jogar lenha na fogueira e perguntar: quem é o melhor entre os dois? Se você não acompanha os grupos de discussão por aí, a comparação entre os autores da Cosmere e da Crônica do Matador do Rei é uma discussão recorrente, talvez porque eles estejam entre os escritores mais populares do gênero (não só aqui como lá fora), com fãs apaixonados dos dois lados.

Para o pessoal do cast, o Sanderson ganha de longe. Quem me conhece sabe que Brandon é meu salvador pessoal, mas sou uma enorme fã do Pat e achei alguns dos argumentos injustos. Mas como devemos respeitar a opinião alheia e aceitar com serenidade visões diferen… haaaa, brincadeira. Eu vim contra-argumentar ponto a ponto. Então vamos ver o que eles disseram!

Atenção: há spoilers da Crônica ao longo de todo o post.

War-Rothfuss-Sanderson

Pat: “Talvez mais majestoso que The Way of Kings.” Brandon: “1000% menos sexo com deusas aleatórias do que em The Wise Man’s Fear.” (x)

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[Resenha] The Fifth Season

Esta resenha foi feita com base na edição da Little, Brown. A tradução dos trechos foi feita por mim.

fifthSinopse:

É assim que o mundo acaba… pela última vez. Uma estação de finais se iniciou. Ela começa com a grande fissura rubra através do coração do único continente do mundo, expelindo cinzas que bloqueiam o sol. Começa com morte, com um filho assassinado e uma filha perdida. Começa com traição e feridas dormentes emergindo para infeccionar. Esta é a Quietude, uma terra familiarizada com a catástrofe, onde o poder da terra é empunhado como uma arma. E onde não há misericórdia.

Fonte: Little, Brown

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[Semana da Mulher] Robin Hobb

hobb

Robin Hobb (pseudônimo de Megan Lindholm) publicou o primeiro volume da série Realm of the Elderlings em 1995, e o 16º e último livro está prestes a ser lançado. Quem acompanha o blog sabe que eu dediquei boa parte de 2015 a essa série, que se tornou uma das minhas preferidas. Foram quinze resenhas, nas quais dá para acompanhar minha passagem de fã casual para pessoa sem controle sobre suas emoções que soluça abraçada com o livro.

Nas resenhas eu faço críticas às obras, mas esta semana estamos celebrando nossas autoras preferidas, então vou pular os problemas e focar nos motivos que me fizeram amar esses livros e sua autora. Deixa eu ser tiete, vai…

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