[Resenha] O conto da aia

contodaaiaSinopse:

Escrito em 1985, o romance distópico O conto da aia, da canadense Margaret Atwood, tornou-se um dos livros mais comentados em todo o mundo nos últimos meses, voltando a ocupar posição de destaque nas listas do mais vendidos em diversos países. Além de ter inspirado a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original) produzida pelo canal de streaming Hulu, a ficção futurista de Atwood, ambientada num Estado teocrático e totalitário em que as mulheres são vítimas preferenciais de opressão, tornando-se propriedade do governo, e o fundamentalismo se fortalece como força política, ganhou status de oráculo dos EUA da era Trump.

Fonte: Saraiva

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[Resenha] Em busca de Watership Down

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Quando um coelho vidente prevê a destruição da toca onde vive, ele se une a seus amigos para achar uma nova casa. No caminho rumo à mítica colina de Watership Down, os bravos animais enfrentam inimigos e armadilhas. E, mesmo depois de instalados no lugar escolhido, precisarão lutar para salvar a colônia vizinha e repopular a própria comunidade.

Fonte: Planeta

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[Resenha] Cama de gato

cama de gatoSinopse:

A ciência pode mudar o mundo, para o bem ou para o mal. É com isso em mente que um despretensioso escritor começa a trabalhar em um livro sobre um dia que mudou o curso da história: o bombardeio atômico no Japão. O ponto de partida da pesquisa é o próprio inventor da bomba, o falecido cientista Felix Hoenikker, mas, ao tentar descobrir mais sobre essa figura histórica, o escritor acaba se envolvendo com o legado de Hoenikker e com a família do cientista. Seu trabalho o guia então a inusitadas descobertas e reflexões sobre diversos aspectos da sociedade. Enquanto conhece novos personagens e até um desconhecido país caribenho com uma religião banida pelo governo , o protagonista passa por transformações pessoais e por reflexões sobre política, filosofia e religião. Em uma história entrelaçada pelo que o narrador acredita ser, incontestavelmente, providência divina, personagens pitorescos de diversas nações vão se encontrar. Suas interações engraçadas e perturbadoras são parte do caminho que todos eles compartilham até seu destino inexorável.

Fonte: Editora Aleph

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[Resenha] A mãe de todas as perguntas

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Nos doze ensaios que compõem este livro, Rebecca Solnit, uma das principais figuras do feminismo contemporâneo, oferece reflexões cristalinas e poderosas acerca de temas fundamentais à realidade da mulher de hoje, como a desigualdade no espaço de trabalho, a cultura do estupro, o silenciamento feminino e a imposição da maternidade. Incisiva e divertida, Solnit restitui à questão da igualdade de gêneros a gravidade que merece, sem abrir mão da voz irreverente que trouxe renome à autora.

Fonte: Companhia das Letras

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[Especial] Livros favoritos de 2017 + lista de leituras do ano

Tenho a forte impressão de que o ano passado chegou ao fim com arrependimentos por não ter alcançado as metas de leitura, e várias promessas de que no ano que vem leríamos muito mais. Infelizmente, como o nosso vídeo de fim de ano revela, nós não fomos tão boas com as metas em 2017 também, hahahaha (tô rindo, mas é de nervoso).

MAS… foi um ano de leituras MUITO BOAS. E se qualidade contar mais que quantidade, fechamos 2017 no lucro e com esperanças de finalmente aumentar a frequência de leitura no próximo ano (porque a gente não desiste nunca).

A seguir, confira a lista completa de livros que cada uma de nós leu este ano!

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[Especial] 4 anos de Sem Serifa

DÁ PRA ACREDITAR QUE ESTE BLOG TÁ AQUI HÁ QUATRO ANOS?!

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árvore decorada + velas + bebidas bíblicas + bolo = comemoração do aniversário mais importante do ano!

O Sem Serifa completa mais um ano de existência, e estamos muito felizes por continuar compartilhando nossas leituras com vocês. 🙂 Manter o blog às vezes é desafiador e exige dedicação e carinho (e umas leituras que a gente às vezes fica devendo). Mas a gente ama o blog e, se depender da gente, ainda vamos falar de livros com vocês por muitos outros anos!
Obrigada às editoras Intrínseca, Aleph e Companhia das Letras, por confiar no nosso trabalho ceder e livros para resenha por mais este ano, e aos blogs parceiros Sobre Livros e Traduções e Um Metro e Meio de Livros, por serem nossos colegas e apoiadores.
E obrigada especialmente aos leitores que acompanham nossos posts, vídeos e resenhas e que interagem com a gente e conversam sobre livros. É pra isso que estamos aqui. 🙂
E pra quem tá de olho esperando sorteios: vamos anunciar nosso tradicional sorteio de aniversário hoje à noite, no Facebook. Fiquem atentos!
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mais um bolo de sucesso!

[Resenha] Piquenique na estrada

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A cidade de Harmont está mudada. Desde que foi palco de uma das várias invasões alienígenas na Terra, o clima é de incerteza e medo. Os visitantes anônimos não se comunicaram com os terráqueos, e assim deixaram a humanidade com questionamentos aterradores. Nos locais onde eles estiveram, agora zonas proibidas, fenômenos perigosos continuam acontecendo. O trabalho ilegal de Redrick Schuhart, e de todos os outros stalkers, é invadir esse território para coletar e depois comercializar estranhos e misteriosos objetos trazidos de mundos distantes. Publicado pela primeira vez em 1971 na União Soviética, Piquenique na estrada mistura alusões à Guerra Fria e reflexões sobre a insignificância humana. Adaptado para os cinemas no filme Stalker, de Andrei Tarkóvski, é um dos maiores clássicos da ficção científica no leste europeu.

Fonte: Aleph

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[Semana Tartarugas até lá embaixo] Os livros de John Green

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John Green é um dos mais famosos autores de ficção YA. Seu best-seller A culpa é das estrelas passou um ano na lista de mais vendidos no Brasil, e vendeu milhões de exemplares no mundo todo, sendo adaptado para o cinema em 2014. A obra de Green é conhecida por retratar personagens adolescentes palpáveis e realistas, com dramas pessoais bem peculiares. O autor jamais infantiliza seu público, e sabe tratar de assuntos como morte, suicídio, sexualidade e transtornos mentais, geralmente te fazendo derrubar algumas lágrimas em algum momento.

Além de escrever, Green também é famoso pelo canal Vlogbrothers, projeto que ele comanda ao lado de seu irmão Hank há mais de dez anos. Eles falam de assuntos variados, desde My Little Pony até política internacional, além de engajar jovens em projetos legais que arrecadam dinheiro para caridade. A comunidade de fãs do canal (e dos irmãos Green), chamada de Nerdfighters, reúne grupos internacionais para falar de nerdices e também para se engajar em causas legais.

Listei aqui alguns livros do autor que eu li e amei, e provavelmente vou ler os que faltam enquanto espero o primeiro livro de seu irmão, Hank Green (que também é um amorzinho).

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[Semana Tartarugas até lá embaixo] Os personagens de John Green

Este texto contém SPOILERS de Tartarugas até lá embaixo.

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Descobri os livros de John Green em 2013, e gostei logo de cara. Aos 23 anos, eram raras as vezes que eu tinha lido literatura voltada para adolescentes que fosse inteligente, literária e dialogasse tão bem com o público alvo. Aquela era a minha introdução à literatura Young Adult contemporânea.

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[Semana Tartarugas até lá embaixo] Livros sobre transtornos mentais

tartarugasEsta semana, os blogs parceiros da editora Intrínseca vão fazer uma série de posts especiais relacionados a Tartarugas até lá embaixo, mais recente lançamento de John Green. Um dos temas principais do romance é o TOC, que afeta tanto a vida do autor como de sua protagonista. Como já comentei na resenha, o livro aborda esse transtorno muito de perto, e é sempre bom poder, através da literatura, conhecer mais sobre a realidade das pessoas com transtornos mentais.

Listei aqui três livros que fazem retratos interessantes (e um que mostra de forma questionável) da vida dessas pessoas.

 

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