[Resenha] Eu sou Malala

malalaSinopse:

Quem é Malala? O mundo a conheceu em outubro de 2012, quando foi baleada por extremistas do Talibã por insistir no direito das mulheres à educação. Mas Malala não é apenas um símbolo de luta por uma causa nobre. É uma personalidade excepcional, criada num ambiente rodeado por adversidades impensáveis ao leitor de países habituados à democracia. Eu sou Malala conta a história de uma menina que, aos dezesseis anos, foi convidada a dirigir-se ao mundo em um discurso na sede das Nações Unidas, em Nova York. Apesar de seus poucos anos de vida, sua trajetória condensa os impasses de uma família exilada pelo terrorismo global e os obstáculos à valorização da mulher no mundo muçulmano.

Fonte: Companhia das Letras

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[Resenha] Fluam, minhas lágrimas, disse o policial

Sinopse:

No romance Fluam, minhas lágrimas, disse o policial, Dick explora os limites entre percepção e realidade, criando uma impressionante distopia na qual Jason Taverner, um dos apresentadores mais populares da TV, um dia acorda sozinho num quarto de hotel e percebe que tudo mudou; que se tornara um ilustre desconhecido. E pior. Descobre que não há qualquer registro legal de sua existência.

Dividido agora entre duas realidades, ele vê-se obrigado a recorrer ao submundo da ilegalidade enquanto tenta reaver seu passado e entender o que de fato aconteceu, dando início a uma estranha busca pela própria identidade.

Fonte: Editora Aleph

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[Resenha] Tiger Lily

tigerlily

Sinopse:

Tiger Lily não acreditava em histórias de amor ou finais felizes, até encontrar Peter na floresta proibida da Terra do Nunca. Diferente de todos que conhecia, ele era impulsivo, corajoso e fazia seu coração bater mais rápido. Mas como líder dos Garotos Perdidos, os mais temidos habitantes da ilha, Peter era também um parceiro improvável para Tiger Lily. Ainda assim, ela logo se viu arriscando tudo – sua família e seu futuro – para estar com ele.

Fonte: Morro Branco

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[Especial] 6 anos de Sem Serifa, ou: por que corres, leitor?

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De quando a gente fez umas fotos para o blog, lá pelo segundo ano

O Sem Serifa completou mais um ano de existência, e foi um ano atípico. Em meio à correria de dezembro, nós sequer fizemos o tradicional bolo de aniversário do blog (eu sei, vocês estão arrasados por isso). Mas a verdade é que isso não aconteceu apenas pelas atribulações de fim de ano – nós temos mesmo dedicado menos tempo e energia ao blog. Cada uma de nós teve seus motivos para isso, e no meu caso foi um misto entre a recuperação de um burnout e o processo de ressignificação da minha produtividade. E é neste ponto que o caro leitor percebe que está sendo desviado para um post sobre slow reading.

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[Resenha] Changeling: sombras de Nova York

changelingSinopse:

Foi na literatura que Apollo Kagwa encontrou refúgio depois de seu pai abandoná-lo e é do amor aos livros que ele faz sua renda, com um negócio chamado Improbabilia. Ele está se adaptando à nova rotina depois de ter um filho com Emma, sua esposa bibliotecária, quando algo nela muda. A falta de energia e de interesse da mãe pela criança poderiam ser sintomas de uma depressão pós-parto – mas quando Emma toma uma atitude drástica, fica claro que o problema é mais grave que isso. Agora, em busca de sua família, Apollo vai descobrir o que se esconde nas sombras de Nova York. Nesta jornada sombria, ele encontrará lugares há muito perdidos e aprenderá a temer mais as nuances das pessoas que ama do que as lendas que se concretizam diante de seus olhos.

Fonte: Morro Branco

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[Resenha] Serpentário

serpentarioSinopse:

Na Ilha das Cobras, eles viram o inimaginável. Todos precisaram deixar algo para trás. As pernas de Hélio. O coração de Mariana. A mente de Caroline. A vida de Paulo. Mas o veneno ainda corre em suas veias. E, mais uma vez, a ilha chama por eles.

Fonte: Intrínseca

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[Resenha] Everless: prisioneiros do tempo e do sangue

everlessSinopse:

No reino de Sempera, os ricos controlam tudo – até o tempo. Desde a era da alquimia e da magia, horas, dias e anos são extraídos do sangue e vinculados a moedas de ferro. Agora, aristocratas como a família Gerling prosperam por séculos, enquanto os pobres sangram até morrer.

Fonte: Morro Branco

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[Resenha] Maria Bonita: sexo, violência e mulheres no cangaço

mariabonitaSinopse:

Nos anos 1920, mulher decente não largava o marido, quanto mais para fugir com cangaceiro. Mas Maria Bonita não seguiu as regras. Abandonou o casamento para se juntar ao bando de Lampião, passou fome, sede e foi constantemente perseguida pela polícia. Sua história desfaz a ideia de que, no cangaço, homens e mulheres tinham direitos iguais. Abusadas sexualmente, desrespeitadas em seus direitos mais fundamentais, dentro ou fora do bando as mulheres viviam subjugadas aos desejos dos homens.

Fonte: Objetiva

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[Resenha] Bartleby, o escrivão: uma história de Wall Street

bartlebySinopse:

“– Você poderia me contar qualquer coisa a seu respeito?’
– Acho melhor não.”
Repetida mais de 20 vezes, a frase “Acho melhor não” é uma espécie de leitmotiv, ou fio condutor, da obra-prima de Melville. A história é contada pelo sócio de um escritório de advocacia de Nova York, que se esforça para desvendar a misteriosa e impenetrável personalidade de Bartleby, um escrivão que se recusa resolutamente a realizar qualquer tarefa, sem apresentar nenhuma justificativa para tal. O fascínio pela postura do funcionário impede o advogado de tomar medidas enérgicas e, quando finalmente decide fazê-lo, é confrontado com a mesma negativa inabalável. Por que Bartebly age como age? Por que sua austera recusa tem tamanha força? Somos, nós, incapazes de lidar com aquilo que não oferece explicações? A cada resposta evasiva de Bartleby abre-se a fresta para a entrada do insólito no cotidiano do escritório de advocacia e até da vizinhança de Wall Street.

Fonte: Ubu

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[Resenha] A curva do sonho

curvadosonhoSinopse:

Em um mundo assolado por instabilidade climática e superpopulação, George Orr, um cidadão pacato e mundano, descobre que seus sonhos têm o poder de alterar a realidade. Quando acorda, o mundo que conhecia tornou-se um lugar estranho, quase irreconhecível, em que apenas ele tem a memória de como era antes.

Sem rumo, ele busca a ajuda do Dr. William Haber, psiquiatra que logo deixa de lado o seu ceticismo e entende o poder que George possui, transformando-o em um peão de um perigoso jogo, em que o destino da humanidade fica mais ameaçado a cada instante.

Fonte: Morro Branco

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