[Resenha] A filha perdida

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Sinopse:

Aliviada depois de as filhas já crescidas se mudarem para o Canadá com o pai, Leda decide tirar férias no litoral sul da Itália. Logo nos primeiros dias na praia, ela volta toda a sua atenção para uma ruidosa família de napolitanos, em especial para Nina, a jovem mãe de uma menininha chamada Elena que sempre está acompanhada de sua boneca. Cercada pelos parentes autoritários e imersa nos cuidados com a filha, Nina parece perfeitamente à vontade no papel de mãe e faz Leda se lembrar de si mesma quando jovem e cheia de expectativas. A aproximação das duas, no entanto, desencadeia em Leda uma enxurrada de lembranças da própria vida – e de segredos que ela nunca conseguiu revelar a ninguém.

Fonte: Intrínseca

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[Resenha] Savana de pedra

Sinopse:

Imagine se fosse possível traçar um paralelo entre a vida selvagem da selva africana e a violência da vida nas metrópoles durante a ocupação das escolas públicas em meados de 2016, ponderando o interesse da mídia na divulgação de ambos os eventos. É essa a proposta de “Savana de Pedra”, uma metáfora visual em preto, branco e vermelho que vai fazer você procurar um lugar seguro em meio a tanta selvageria.

Fonte: Saraiva

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[Resenha] Baseado em fatos reais

Sinopse: Em uma obra em que o leitor é levado constantemente a questionar o que lhe é apresentado, Delphine de Vigan constrói um clima confessional, sombrio e opressivo para expor a obsessão do mercado editorial e do cinema pelas narrativas baseadas em fatos reais. A linha tênue entre verdade e mentira oscila para enriquecer uma poderosa reflexão sobre o fazer literário e questionar as fronteiras entre aparentes dicotomias, como real e ficção, razão e loucura, público e privado. Um livro brilhante, que joga com os códigos da autoficção e do thriller psicológico.

 

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[Resenha] Nós

nós capaSinopse:

D-503 é um engenheiro que vive pleno e feliz (exatamente como ordena o grandioso Estado Único), mas começa a duvidar das próprias convicções ao conhecer uma misteriosa mulher que comete a ousadia de burlar regras, e que o contamina com a doença chamada imaginação. Escrita em 1923, a renomada distopia Nós imaginou a vida sob um governo totalitário que eliminou por completo a noção de individualidade, em uma história que inspirou clássicos como 1984 e Admirável mundo novo.

Fonte: Editora Aleph

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[Com Opinião] Sanderson vs Rothfuss

Bolacha ou biscoito? Toddy ou Nescau? Sanderson ou Rothfuss?

As grandes batalhas da nossa era.

Os rapazes do Grumpycast fizeram um programa para enaltecer Brandon Sanderson e aproveitaram pra jogar lenha na fogueira e perguntar: quem é o melhor entre os dois? Se você não acompanha os grupos de discussão por aí, a comparação entre os autores da Cosmere e da Crônica do Matador do Rei é uma discussão recorrente, talvez porque eles estejam entre os escritores mais populares do gênero (não só aqui como lá fora), com fãs apaixonados dos dois lados.

Para o pessoal do cast, o Sanderson ganha de longe. Quem me conhece sabe que Brandon é meu salvador pessoal, mas sou uma enorme fã do Pat e achei alguns dos argumentos injustos. Mas como devemos respeitar a opinião alheia e aceitar com serenidade visões diferen… haaaa, brincadeira. Eu vim contra-argumentar ponto a ponto. Então vamos ver o que eles disseram!

Atenção: há spoilers da Crônica ao longo de todo o post.

War-Rothfuss-Sanderson

Pat: “Talvez mais majestoso que The Way of Kings.” Brandon: “1000% menos sexo com deusas aleatórias do que em The Wise Man’s Fear.” (x)

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[Resenha] The Fifth Season

Esta resenha foi feita com base na edição da Little, Brown. A tradução dos trechos foi feita por mim.

fifthSinopse:

É assim que o mundo acaba… pela última vez. Uma estação de finais se iniciou. Ela começa com a grande fissura rubra através do coração do único continente do mundo, expelindo cinzas que bloqueiam o sol. Começa com morte, com um filho assassinado e uma filha perdida. Começa com traição e feridas dormentes emergindo para infeccionar. Esta é a Quietude, uma terra familiarizada com a catástrofe, onde o poder da terra é empunhado como uma arma. E onde não há misericórdia.

Fonte: Little, Brown

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[Semana da Mulher] Marjane Satrapi

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Escolher uma autora mulher para falar a respeito nesta Semana da Mulher não foi uma tarefa fácil. Tenho dado preferência a obras de mulheres por incontáveis motivos, o que me faz admirar um número cada vez maior de auroras. Apesar de todas as dúvidas se deveria focar no país, na época ou mesmo no tipo de literatura que escreve, escolhi falar de uma mulher muito admirável, cuja obra abriu meus horizontes: Marjane Ebihamis ou Marjane Satrapi como é mais conhecida, famosa pelo livro/filme Persépolis.

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[Resenha] Você já é feminista!

feministaSinopse:

O livro apresenta 23 textos de autoras como Djamila Ribeiro, Luísa Marilac, Lola Aronovich, Nana Queiroz, Amara Moira, entre outras ativistas atuantes na Primavera das Mulheres – que colocou em evidência as novas faces do feminismo na era da Internet. Nos textos, temas como ambiente de trabalho, divisão de tarefas domésticas, machismo, tabus sexuais, parto, legalização do aborto, maternidade e família são discutidos na forma de ensaios acessíveis e introdutórios, que juntos formam um panorama das novas vertentes da discussão sobre gênero atual e sobre os direitos da mulher. Com apresentação da filósofa Marcia Tiburi.

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[Semana da Mulher] Robin Hobb

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Robin Hobb (pseudônimo de Megan Lindholm) publicou o primeiro volume da série Realm of the Elderlings em 1995, e o 16º e último livro está prestes a ser lançado. Quem acompanha o blog sabe que eu dediquei boa parte de 2015 a essa série, que se tornou uma das minhas preferidas. Foram quinze resenhas, nas quais dá para acompanhar minha passagem de fã casual para pessoa sem controle sobre suas emoções que soluça abraçada com o livro.

Nas resenhas eu faço críticas às obras, mas esta semana estamos celebrando nossas autoras preferidas, então vou pular os problemas e focar nos motivos que me fizeram amar esses livros e sua autora. Deixa eu ser tiete, vai…

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